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O Governo está disposto a avançar com um projeto-piloto de leilões em que garante um valor mínimo para a madeira ardida abaixo do qual o Estado fica com essa matéria-prima, caso o mercado não funcione.

Esta foi uma das novidades que João Paulo Catarino, secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, veio deixar aos autarcas e proprietários florestais, numa reunião que decorreu no concelho de Oleiros, esta segunda-feira, 19 de outubro. 
"As câmaras identificam os proprietários e a delimitação das propriedades onde está a madeira de pé, fazem chegar a informação ao Instituto de Conservação da Natureza e Florestas que organizará a madeira por lotes e os respetivos leilões, à semelhança do que já faz com as matas nacionais", explicou.
Esta hipótese só avança caso se verifique que o mercado não está a funcionar e que não está a ser pago o preço justo ao proprietário. João Paulo Catarino quer que esta seja uma experiência piloto, uma vez que no passado recente os parques de receção de madeira não funcionaram e o proprietário foi sempre o mais prejudicado.
Nos referidos leilões, se o preço justo não se verificar, o Governo pode ainda ser chamado a intervir “definindo um valor mínimo, abaixo do qual pagará, ele próprio, a madeira”, referiu ainda o secretário de Estado. Mas, “se o valor for tão baixo, o Estado pode reservar-se ao direito de adquirir a madeira, triturá-la e incorporá-la no solo, não a vendendo à indústria”, terminou.


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