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Atualização às 00:20 de 14-09-2020 - Tal como antigamente, ano de 2017 e anteriores, eis que o “ponto de situação” voltou a ser feito a partir dum Posto de Comando, desta feita localizado em Sobreira Formosa.

Às 00:00 em ponto, talvez para bater certo com as notícias da televisão, surgiu o Comandante Distrital da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil de Castelo Branco a informar que o incêndio “tem três frentes ativas e lavra com muita intensidade”. O “vento forte e os acessos” são outras dificuldades com que os bombeiros se deparam. Devido aos maus acessos há zonas onde “nem as máquinas de rasto conseguem entrar”, sublinhou Francisco Peraboa que não tem conhecimento de qualquer casa ardida, dizendo que têm privilegiado as defesas perimétricas (habitações) mas não descarta a hipótese de anexos ou barracões agrícolas terem sido atingidos. “Trata-se de um mega incêndio e a humidade só vai aumentar lá para as 6:00 da manhã”, disse o mesmo responsável, não traçando assim cenários possíveis no tocante à resolução mais imediata deste sinistro.
Verdadeiramente desapontado está o presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova quando referiu à reportagem da Condestável que este foi mais um dia mau para os bombeiros proencenses. João Lobo pormenorizou que dos cinco feridos do incidente da tarde de ontem, três não tiveram necessidade de receber tratamento em ambiente hospitalar mas, quanto aos dois restantes, “um deles apresentava ferimentos (queimaduras) no rosto e o outro nos membros superiores que teria necessidade de ir ao bloco (cirurgia)”. O autarca confirmou a perda de mais uma viatura, elevando para duas, o total de viaturas dos voluntários proencenses atingidas neste incêndio. No local, segundo a ANEPC, estão 679 operacionais apoiados por 225 viaturas.

Atualização às 22:57ANEPC em Castelo Branco não nos deu informações...A redação da Rádio Condestável tentou há minutos, junto da ANEPC de Castelo Branco e a exemplo do que fez durante toda a tarde de hoje como se pode ver na restante notícia abaixo, saber informações sobre o evoluir da situação neste incêndio. O Chefe de Equipa que nos atendeu disse que não podia dar este tipo de informação pois a isso não estava autorizado, o que priva a Condestável de prosseguir com as informações sobre o evoluir do incêndio, destinadas à população em geral e, particularmente, às pessoas residentes nas áreas afetadas ou com possibilidades de serem afetadas. Foi a primeira vez que tal nos aconteceu pois sempre nos deram tal tipo de infomações.Fomos, assim, remetidos para uma conferência de imprensa (CI) ou "Ponto da Situação" no local onde, de resto, estamos quase desde o início do incêndio sem que até agora qualquer  destas situações tenha ocorrido. Aliás, há quase três anos que a ANEPC não dá este tipo de CI no local dos incêndios, remetendo toda a informação em CI para a sua sede nacional em Lisboa (Carnaxide). Aguardamos por isso que esse retorno às conferências no terreno ocorra, onde estão a Rádio Condestável e a RTP. Prejudicados com esta situação, seguramente, ficam os ouvintes da Condestável, sobretudo os residentes naquela zona do incêndio e que nos estão a ouvir ou a ler e que atempadamente seriam informados. A esse facto, como está explicado, somos alheios.

Atualização às 19:00 -  Os sinos da capela da Lisga, freguesia de Sarzedas e concelho de Castelo Branco, tocaram, por duas vezes, a rebate para que a população se proteja das chamas. Isto mesmo constatou a reportagem da Condestável no local onde também se encontra o presidente da autarquia albicastrense, José Alves, a acompanhar os trabalhos.

Atualização às 18:15 -  O incêndio já entrou nos concelhos de Oleiros e Castelo Branco, junto à povoação de Lisga. Com uma frente ativa "continua a lavrar com entensidade e o vento forte,juntamente com a orografia do terreno e dificuldade de acessos" continuam a complicar o trabalho dos bombeiros, disse à Condestável o Comandante Distrital da ANEPC de Castelo Branco. Francisco Peraboa referiu ainda que não há casas em perigo pois sempre que esse cenário é colocado, constitui prioridade para os bombeiros.
Um musculoso dispositivo combate as chamas. São 358 operacionais, 114 viaturas, 12 meios aéreos e seis máquinas de rasto que estão no local.

Atualização às 15:56 - O incêndio "lavra com muita intensidade e tem uma frente ativa", confirmou há pouco à Rádio Condestável, o Comandante Distrital de Castelo Branco da ANEPC. Francisco Peraboa disse também que a "orografia do terreno e o forte vento que se faz sentir no local dificultam o trabalho dos bombeiros".
No terreno está agora um forte dispositivo composto por 201 operacionais, 67 viaturas e nove meios aéreos. Seis máquinas de rasto dos municípios de Proença-a-Nova, Oleiros e Castelo Branco, e outra da Força Especial de Proteção Civil, auxiliam nas operações.

Atualização às 15:40 - Cinco bombeiros da corporação de Proença-a-Nova ficaram feridos nas operações de combate a este incêndio. Dois foram considerados feridos graves e três leves. Há a registar também a perda de uma viatura dos bombeiros proencenses, como confirmou à Condestável o presidente da câmara, João Lobo. A Condestável sabe que os três feridos leves foram assistidos no local e prescindiram de ser transportados para uma unidade hospitalar, enquanto que os graves foram para um hospital.

Notícia original: Um incêndio em mato e pinhal eclodiu esta tarde em Cunqueiros, na União de Freguesias de Sobreira Formosa e Alvito da Beira, no concelho de Proença-a-Nova.

O alerta foi dado às 13:43, diz a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) no seu sítio da internet.
A esta hora (15:21) fazem frente às chamas 142 operacionais, apoiados por 41 viaturas e 10 meios aéreos.
Desconhecem-se as causas que estiveram na origem deste sinistro. O vento forte e com rajadas que se faz sentir na região deverá dificultar o trabalho dos bombeiros. A Condestável tem uma equipe de reportagem no local.

Na redação: Jornalista Carlos Ribeiro

Em reportagem: Jornalista Luís Biscaia

Fotos: Rádio Condestável


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