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Comentadores da Condestável lamentam que o nome da rádio não apareça no Caderno de Especificações...
A edição desta quinzena do programa Prova dos Nove, programa de debate político na Rádio Condestável, onde se encontram frente a frente Vitor Cavalheiro pelo PS e João Carlos Almeida pelo PSD, deu destaque à atribuição do selo de Indicação Geográfica ao Maranho da Sertã.

Confessando não ter conhecimento de como decorrem estes processos ou de quanto tempo é necessário para estarem concluídos, Vítor Cavalheiro (PS) considerou que seis anos é muito tempo. “Há muito que a câmara investe no maranho, com verbas avultadas, e aos anos que isto vem sendo feito, se calhar estamos a falar de milhões de investimento”, disse, concordando com esta certificação pode “levar mais longe o maranho e a este ser visto de outra forma”. “Agora terá outra projeção e outro crédito”, sintetizou.
Para o comentador João Carlos Almeida “esta foi uma aposta ganha deste executivo que leva 11 anos de mandato”, disse, concordando que foi uma aposta que “custou largos milhões de euros ao concelho mas todos temos a ganhar com isto”, continuou, lembrando que “ao longo deste tempo houve um aumento de produção e uma consolidação do produto”.
Na calha está a certificação de outros produtos como os Cartuchinhos de Amêndoa de Cernache do Bonjardim, o Bucho, ou as Bonecas de Palhais. Vitor Cavalheiro acredita que poderemos caminhar para aí mas falta-lhes ainda percorrer algum caminho, destacando que de todos estes produtos, os cartuchinhos são os que mais se destacam. “É um produto excecional e de qualidade mas está numa fase que nada tem a ver com o maranho”, explicou, dizendo que “falta-lhe outra dimensão (de produção)”. Sobre estas certificações, João Carlos Almeida defende que existam, no entanto é importante “não banalizar este estatuto”.

Uma das alíneas do caderno de especificações são as referências ao produto nos órgãos de comunicação social. Sabendo de todo o trabalho que a Rádio Condestável tem feito, e do destaque que tem dado ao longo dos anos ao maranho, os dois comentadores não percebem porque é que, no caderno de especificações, não existe referência a esse trabalho da Condestável. “Vi, com alguma mágoa, que a Rádio Condestável não terá sido mencionada na respetiva parte do processo”, lamentou Vítor Cavalheiro, vincando que “é uma omissão grave”.


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