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A sessão deste mês de novembro de “Cafés com Ciência-Sertã” pretendeu aclarar a questão “Por que são a comunicação da investigação e da história da química, importantes?”.

No final Sérgio Rodrigues, professor auxiliar no Departamento de Química da Universidade de Coimbra deixou a ideia de que o passado é importante para que no futuro não se cometam os mesmos erros. Este professor deu o exemplo dos antibióticos que só apareceram no final dos anos 40. “Havia imensas doenças relacionados com a falta de antibióticos e por isso as coisas eram diferentes para pior. Atualmente os erros são menos gravosos pois já sabemos como as coisas evoluíram e o que causa problemas”, explicou, adiantando que no passado, “as pessoas morriam mais de gripe do que da guerra.
Nesta sessão participou também Cátia Marques, estudante de doutoramento de Química Medicinal, na Universidade de Coimbra e que se está a debruçar sobre o “montelucaste”, um fármaco usado no tratamento de asma nas crianças, que tem ganho novas aplicações, nomeadamente em terapêuticas anticancerígenas, cardiovasculares e anti-inflamatórias, assim como no tratamento de doenças neurodegenerativas, como é exemplo a Doença de Alzheimer. “Estamos a tentar perceber se os efeitos adversos se justificam”, esclareceu.
Esta foi mais uma sessão de conversas à volta da ciência de forma a tentar torná-la acessível a todos e que acontece todos os meses na última terça-feira do mês no SerQ, em parceria com Município e o Exploratório - Centro de Ciência Viva de Coimbra, com participação gratuita, ocorrendo das 18:00 às 19:00.

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