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Este sábado, 23 de novembro, a Casa da Cultura da Sertã voltou a encher-se para mais uma edição da Gala Eugénia Lima.

Ao longo dos últimos nove anos já passaram pelo palco daquela casa de espetáculos muitos artistas que, para além do acordeão, trazem outras sonoridades. Este ano, para além de servir de montra do que se faz na Escola de Acordeão da Sertã, foi possível misturar o som deste instrumento com o do trompete, do violino ou da tuba.
Cada espetáculo anual tem de ser único e José Cláudio, responsável pela organização destas galas, explicou à Rádio Condestável que para este ano a inspiração aconteceu “inicialmente nas músicas que Eugénia Lima tinha composto para baile, depois surgiu a hipótese de fazer uma coisa com instrumentos acústicos e foi possível. A Sertã tem instrumentistas belíssimos saídos da sua Filarmónica, através do conservatório e da nossa escolas de acordeão que também tem produzido alguns músicos”, disse, acrescentando que “com essa matéria-prima se conseguiu formar um grupo diferente, fazendo lembrar Eugénia Lima quando fazia bailes com um reportório de cariz popular”.

Nestas galas são sempre apresentados projetos que, utilizando o acordeão, procuram novas sonoridades. Este ano foi possível ter em palco um violino, um trompete e uma tuba e também assim “agarrar o público”, notou ainda José Cláudio, e tal deve-se ao trabalho que ao longo dos anos tem sido feito em apresentar coisas novas. “Nas primeiras galas tentei juntar música clássica e lembro-me que o público reagiu um pouco a frio, hoje acredito que poderíamos perfeitamente fazer um espetáculo idêntico a esse e acho que o público entendia e conseguia ver de outra maneira a musica, o acordeão, e todas as suas capacidades que é aquilo que temos feito ao longo destes anos”, contextualizou.
Ana Delgado, adjunta do presidente da câmara lembrou que após nove galas é sempre um desafio superar as espectativas e este ano “ foi uma maravilha ter uma diversidade tão grande de instrumentos para além do acordeão, e proporcionar um espetáculo tão fantástico. Cada ano que passa as espectativas são sempre elevadas. Hoje tivemos um espetáculo digno com uma plateia fantástica que colaborou e que esteve sempre interativa com o próprio espetáculo”, realçou, lembrando que a Casa da Cultua da Sertã tem “apostado forte na diversificação dos seus espetáculos, o que faz com que o público seja cada vez mais exigente”.
Esta edição contou com a participação do projeto Ciranda com a acordeonista Inês Vaz e o trompetista Gileno Santana, ainda Francisco Monteiro, Catarina Brilha e José Cláudio, Vasco Miguel, David Antunes e João Miguel.

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