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No Dia Mundial do Ambiente, assinalado a 5 de junho, a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo reuniu a Assembleia Extraordinária para a Apresentação do Plano Intermunicipal da Adaptação às Alterações Climáticas do Médio Tejo.

Este documento faz uma caracterização exaustiva da comunidade num todo, particularizando depois cada município. Ali estão elencados os dados dos últimos anos e o que se perspetiva para este século. Neste documento há também as medidas que a entidade que elaborou este plano considera de mais relevância para cada um dos concelhos que integram a comunidade.
A elaboração deste plano foi fruto de uma candidatura feita ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR) e que contempla duas ações, Uma é este plano e a outra é o Plano Intermunicipal de Ação do Setor Energia Sustentável, no âmbito da adaptação às alterações climáticas.
Estes documentos visam que a comunidade tenha uma estratégia integrada nesta matéria. Um fator negativo é, na opinião de Anabela Freitas, presidente da CIM que “dentro dos municípios não há competência ou capacidade para se entender este assunto”, muito devido ao “quadro de pessoas envelhecido, que não está capacitado para fazer face às novas exigências”, explicou a também presidente da Câmara Municipal de Tomar, considerando que o poder executivo tem que estar alinhado com as alterações climáticas.
Anabela Freitas defende que estes documentos apontem caminhos de futuro mas dá alguns exemplos de barreiras que ainda é preciso derrubar como sendo a demora em aprovar os PDM, os planos de pormenor ou de eficiência energética.

Neste plano foram elencadas 21 medidas que se subdividem em oito setores abrangendo a agricultura, floresta e pescas, biodiversidade, energia e indústria, ordenamento do território, cidades, mobilidade recursos hídricos, saúde humana, segurança de pessoas e bens e turismo.
Na apresentação técnica do documento, uma das ideias que ficou foi o trabalho de sensibilização, referiu Maria da Conceição Viera, responsável pela empresa que concebeu o plano.
Para o deputado José Alho, será importante que o documento interligue com os de gestão de cada município, por exemplo, a nível técnico. Já o deputado Paulo Brito focou a importância do hidrogénio, lembrando que “esta CIM se tornou uma região europeia do hidrogénio” e “parece-me ser útil haver uma referência ao hidrogénio”, notou.
De referir que esta comunidade tem, neste momento, em fase de operacionalização uma candidatura que foi também aprovada no âmbito do POSEUR para atingir as camadas mais jovens nesta meteria e que passa pela criação de material didático para os estudantes, desde o primeiro ciclo até ao secundário.

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