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Vai ter lugar, dias 30 e 31 de maio, em Proença-a-Nova, as Jornadas Internacionais denominadas “O Aproveitamento Resineiro: Florestas com Futuro”. Trata-se de uma organização no âmbito do projeto comunitário SustForest Plus, cofinanciado pelo programa Interreg Sudoe através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) da União Europeia.

De acordo com a autarquia, “o objetivo principal deste evento é iniciar o processo de criação da Rede Europeia de Territórios Resineiros (RETR), uma associação sectorial e transnacional que vai promover a estratégia para a Resina Natural Europeia (ERNE) destinada a impulsionar políticas, programas e ações que apoiem a melhoria, conservação e valorização deste recurso”. “Naquele que é o desafio de (re)começar uma atividade que apresenta resultados económicos e que pretende que a fileira do pinheiro bravo ganhe notoriedade e apoio para uma espécie que tem uma implantação vasta, a própria atividade de resinagem entra na prevenção dos incêndios florestais, sendo que o resineiro foi e poderá tornar a ser o seu guardião”, refere João Lobo, presidente da câmara municipal, convidando todos os atores desta fileira a participarem e a contribuírem ativamente para o sucesso, “não somente desta iniciativa, mas para o que todos queremos para a fileira do pinheiro bravo”.
As Jornadas Internacionais vão ter lugar no Centro Ciência Viva da Floresta, estão abertas a empresas, instituições, proprietários florestais, associações ou particulares interessados nesta temática.
Com início no dia 30 de maio às 09:00, com a sessão de abertura a cargo do presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, seguem-se as intervenções de diversos dos parceiros do SustForest Plus de Portugal, Espanha e França (haverá tradução simultânea durante o evento). Para sexta-feira, 31 de maio, está agendada uma visita de campo que mostrará um exemplo da reativação da resinagem em minifúndio, na Zona de Intervenção Florestal de Seiça, Ourém. Serão visitadas várias fases de aproveitamento do pinhal, desde a regeneração natural após incêndios (6 anos) até às fases produtivas de aproveitamento da resina (20-80 anos).
Estando criada a Rede Europeia de Territórios Resineiros, será mobilizado o recurso resineiro europeu para fornecer, de forma estável, a indústria local, melhorar a qualidade laboral dos trabalhadores resineiros, criando emprego estável e de qualidade nas zonas rurais do sudoeste europeu e ampliar os mercados de produtos derivados mediante a valorização comercial e tecnológica da resina natural produzida nestas florestas como recurso sustentável. Em 2021, o setor será apresentado perante os responsáveis públicos da União Europeia, em Bruxelas, para que a resina natural europeia seja considerada na projeção da Política Agrária Comum (PAC), da estratégia bio económica da União Europeia e das normas da Política Florestal.

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