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Na última sessão da Assembleia Municipal (AM) da Sertã, de 28 de fevereiro, foi discutida e votada uma proposta de interesse concelhio para a instalação de um estabelecimento comercial na Vila da Sertã, o Bricomarché e a esse propósito, foi abordado o sentido de voto dos vereadores nas reuniões do executivo camarário da Sertã.

O que aí foi dito, foi motivo de análise na reunião de câmara desta quinta-feira, 14 de março, por alguns vereadores que, não podendo usar da palavra nas sessões da AM, salvo em circunstâncias excecionais, decidiram fazer um esclarecimento sobre a matéria na reunião de ontem. Foi o caso dos vereadores Carlos Miranda do PS, Jorge Coluna e Cláudia André, do PSD.
Deste modo, o vereador Carlos Miranda esclareceu que a análise dos vários pedidos que chegam às reuniões do executivo é feita “caso a caso” e explanou o que, na sua opinião, é ou não de interesse concelhio e que, “para cada caso é preciso pesar as vantagens e desvantagens”, sendo que nessa comparação, “os vereadores poderão concordar com alguns projetos e não concordar com outros”, explicou, adiantando que pode acontecer acharem que não têm elementos suficientes para “assumir a responsabilidade por um voto a favor ou contra e poderão abster-se”, sustentou, reafirmando que já optou pelos três sentidos de voto.
Carlos Miranda respondeu ainda àquilo que disse ser “acusação de cobardia” por parte do deputado municipal que falou no assunto (João Carlos Almeida), considerando-a “lamentável”, porque “corresponde a um juízo de caráter”, facto que é “de uma arrogância política inaceitável”, disse.
Por sua vez, o vereador Jorge Coluna, não se alongando muito, até porque ficou esclarecido na referida sessão da AM quando o seu nome foi mencionado, deixou claro que, da sua parte, o assunto está “sanado”.
Quanto à vereadora Cláudia André, recordou que foi apelidada de “incoerente” na aludida sessão e considerou “lamentável a forma com que a intervenção citou o seu nome e colocou em causa todos os vereadores do executivo”.

Proprietários de estabelecimentos comerciais reuniram com a câmara

Ainda a propósito da instalação do Bricomarché na Sertã, e a propósito da uma reunião que aconteceu na câmara, esta semana, a pedido dos comerciantes desta vila, a vereadora do PS, Cristina Nunes, quis saber o resultado da mesma. Aproveitando as duas questões em cima da mesa, o presidente da autarquia, José Farinha Nunes, começou por dizer que compreendia as defesas expostas, recordando depois porque é que estas propostas vêm a votação. No fundo “queremos ultrapassar alguns problemas. Se não o fizermos (votação) ficamos prejudicados em relação a outros concelhos pois os estabelecimentos instalam-se noutros concelhos”, justificou deixando claro que “temos que aproveitar para desenvolver o concelho da Sertã”.
Em relação à reunião com os comerciantes, desvendou que os mesmos demonstraram preocupação relativamente a esta instalação e explicou que, se a proposta não tivesse sido apreciada e votada em reunião do executivo ou sessão da AM, em vez da superfície comercial se instalar onde pretendia, instalar-se-ia noutro local, por exemplo, num lote da Zona Industrial.


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