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Em Álvaro... A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) continua a entregar as casas reconstruídas, e que arderam nos incêndios de outubro de 2017. Esta segunda-feira, 4 de fevereiro esteve em Oleiros, onde entregou quatro casas nas freguesias de Álvaro (2), Sobral (1) e Vilar Cimeiro Madeirã (1).

O trabalho de reconstrução foi rápido e feito com qualidade, destacou Fernando Jorge, presidente da câmara municipal, enaltecendo o papel da CCDRC em todo o processo. “Apesar de Oleiros ter sido o concelho que teve os últimos projetos aprovados, penso que vai ser o primeiro concelho a concluir todas as casas”, confirmou o autarca, apontando para o fim do primeiro trimestre deste ano a conclusão de todo o processo.
A CCDRC tem entregue casas todas as semanas. Está a reconstruir 800 habitações em 30 concelhos e de momento tem concluídas 470. As restantes estão em diferentes fases de obra e pensa-se que na Páscoa 90 % estejam concluídas. O objetivo é entregar a última casa no final de junho.

Ana Abrunhosa, presidente da CCCDR, presente nestas entregas destacou a importância dos presidentes de junta, das  equipas das câmaras e seus presidentes em todo o processo e observou que “Oleiros foi um exemplo que gostava que tivesse sido replicado, e as coisas teriam sido mais fáceis”. A responsável destacou Oleiros pela “seriedade e pela forma como o processo de construção e dos projetos decorreu” e “pela forma extraordinária com que organizou o processo das empreitadas. Tentámos fazer noutros municípios e não foi possível”, confirmou. Em Oleiros, houve uma empresa que assumiu a liderança e depois distribuiu o processo de construção pelas restantes empresas que aceitaram, com as mesmas condições”, destacou.

Em outubro de 2017, Lúcia Mendes viu as chamas levarem-lhe tudo. Um ano e quatro meses depois agradeceu a todos quantos lhe devolveram a casa que, apesar de não ter memórias, “é bonita”. “Que eu ainda seja viva alguns aninhos para me poder lograr dela”, desejou. Maria Barata Lopes Pereira também perdeu tudo. Um mês depois da casa ter ardido perdeu o marido. Do processo destacou igualmente a ajuda de todos e do empreiteiro, que “foi muito boa pessoa”. Esta “não é aquela casa onde eu estava mas é uma casa boa”, reconheceu.
A terminar Ana Abrunhosa deixou outros números. “Dos 60 milhões do Programa de Apoio à Reconstrução de Habitações Permanentes estão já pagos 31,2 milhões às empresas e famílias”, informou.

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