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Com vista a ajudar na revitalização da economia do Pinhal Interior foi aberto um concurso público que reserva um milhão de euros para apoiar iniciativas na área da economia social.

Em Alvaiázere, o ministro-adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira apelou a que “ninguém fique para trás”. A expressão foi proferida na apresentação do referido concurso, a que assistiu também a ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques. O concurso Parcerias para o Impacto para a Revitalização do Pinhal Interior foi apresentado pela Portugal Inovação Social. O ministro salientou que o país não é todo igual e que cada território, a começar pelos de baixa densidade demográfica da região Centro, especialmente os mais atingidos pelos incêndios de 2017, poderá inverter o ciclo de envelhecimento e perda de população com o incentivo do Estado à promoção de respostas específicas desde logo “saber como fixar e atrair populações para estes territórios ameaçados pela desertificação e envelhecimento. A resposta é clara e o território precisa de atração de investimento que crie emprego, de ser tratado na dimensão da paisagem e dos recursos endógenos em que o objetivo é “encontrar novos modelos de valorização do capital natural”. Por fim “tratar das populações, merecedoras da mesma qualidade de serviço público” é outra das respostas, confirmou o ministro.

No mesmo sentido, Maria Manuel Leitão Marques ministra da Presidência e da Modernização Administrativa sublinhou a preocupação do Governo “com as regiões de baixa densidade” populacional e preconizou a aposta na modernização dos serviços públicos.
O Governo avança com o concurso Parcerias para o Impacto para a Revitalização do Pinhal Interior, para que estes territórios se sintam acompanhados no seu esforço de combate contra todos os tipos de exclusão. “Podemos alargar e ser mais ousados”, disse.
Já quanto ao milhão de euros de financiamento ele terá também outros parceiros que se queiram associar aos projetos apresentados e assim poderem aumentar o valor, o que se quer é que os projetos sejam inovadores referia ainda a ministra. “Caso se venha a provar que é necessário mais investimento, que a procura foi maior que a oferta, cá estaremos para reforçar o investimento neste domínio”, garantiu.

Célia Marques, presidente da Câmara Municipal de Alvaiázere referiu a importância deste programa, mas é preciso muito mais, como por exemplo “a implementação de um choque fiscal que consiga captar investimento privado”, ou a redução de portagens, desburocratizar e aligeirar processos para que, por exemplo “a ampliação de uma zona industrial não se arraste no tempo”, pediu.
A autarca vincou ainda que enquanto existir diferença entre litoral e interior ou enquanto não se caminhar para a coesão do país, o objetivo de tre um país equilibrado não se concretizará.
De referir que os concelhos abrangidos por esta iniciativa são Alvaiázere, Ansião, Arganil, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pedrógão Grande, Lousã, Mação, Miranda do Corvo, Oleiros, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penela, Proença-a-Nova, Sertã, Tábua, Vila de Rei e Vila Nova de Poiares, nos distritos de Coimbra, Leiria, Castelo Branco e Santarém.

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