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Manuela Ramalho Eanes deu o mote para a criação de uma Comissão de Apoio/Acompanhamento ao concelho de Mação, no passado dia 22 de setembro, em Mação, na sequência da discriminação negativa que este Município tem sido alvo ao nível dos apoios concedidos pelo Governo na sequência dos incêndios florestais do verão de 2017, informa a câmara em nota enviada à comunicação social.

Presente no Encontro Internacional de Solidariedade Intergeracional, uma iniciativa da T3E e de Luís Duarte Patrício, a presidente honorária do Instituto de Apoio à Criança manifestou a sua solidariedade para com os Maçaenses encabeçando esta Comissão que irá intervir junto das entidades e órgãos competentes no sentido de inverter a enorme injustiça que está a ser cometida para com este Município. “Vamos dizer que este concelho foi esquecido”, confirmou.
A Manuela Ramalho Eanes associaram-se, de imediato, o Juiz Carlos Alexandre, o médico psiquiatra Luís Duarte Patrício e o antigo presidente do Conselho de Administração da Carris, Hélder Oliveira, todos de Mação, o Juiz Conselheiro Armando Leandro, o psiquiatra Júlio Machado Vaz, M., o presidente da T3E Jean Pierre Demange, e a socióloga Inês Fontinha, bem como demais congressistas. Entretanto outras pessoas demonstraram o seu interesse em integrar este grupo de apoio ao concelho, informa ainda a edilidade.
Refira-se que a constituição desta comissão não invalida a ação judicial que o Município de Mação se prepara para intentar contra o Estado Português, na sequência da discriminação negativa relativamente aos apoios concedidos a este concelho, que teve a maior área ardida em 2017 (28 mil hectares) e prejuízos contabilizados de 2,7 milhões de euros.


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