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CIBB vem defender a gestão operacional da proteção civil nos incêndios que ocorreram neste verão, criticando assim quem, na passada semana, criticou essa mesma gestão...

Em comunicado a Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIBB) começa por contextualizar que “o Distrito de Castelo Branco foi provavelmente o território mais afetado pelos fogos florestais com milhares de hectares ardidos, dos quais resultam enormes prejuízos sociais, económicos e ambientais”. “É todo um território, que por si já possui várias fragilidades de desenvolvimento, que terá de recomeçar e procurar recuperar os graves prejuízos que não tiveram fim no dia em que se deram por extintos os incêndios, mas que o rescaldo dos mesmos continua a ser feito por nós, população, empresários e autarcas que teimamos em viver e investir nos territórios de interior”, adianta o documento.
A CIBB destaca “o empenho dos meios humanos de combate aos incêndios florestais que se revelou extraordinário” e classifica-os como “heróis”, destacando a “presença constante dos meios, sem limitações e que, pela sua pronta e rápida intervenção evitaram prejuízos ainda mais graves do que aqueles que se verificaram” e por isso classificam de “injustas” e “sem rigor de conhecimento técnico e/ou operacional”, as críticas dirigidas à Autoridade Nacional de Proteção Civil e à gestão operacional que fez dos incêndios ocorridos.

As referidas criticas contém, no entender da comunidade, “erros factuais e que coloca em causa quem tudo fez por mitigar o impacto do flagelo que nos afetou a todos nestes últimos meses”, defendendo que “a presença de operacionais e meios de combate tem que variar em função das exigências que, a cada momento, se colocam ao combate, obrigando muitas vezes a mobilizações, reforços, desmobilização continuada de meios (humanos e equipamentos), de acordo com as necessidades que resultam da eficácia no combate ao fogo ou da proteção das pessoas”.
O documento diz ainda que as declarações proferidas foram “maioritariamente demagógicas, sem qualquer conhecimento e responsabilidade operacional”, para relembrar os quilómetros quadrados de floresta que “foram combatidos e poupados aos fogos florestais”, as populações e pequenos aglomerados que “viram os seus bens protegidos por aqueles que operacionalmente fazem o seu trabalho”.
A terminam a CIBB lamenta que se “apontem falhas operacionais que em muitos casos nos parecem infundadas”, manifestando assim “total apoio por quem sempre demonstrou uma atitude distinta e empenhada na sua atuação, que exerceu sempre as suas funções de forma competente e rigorosa num elevado espírito de missão e alto sentido de responsabilidade, nas funções que especialmente desempenhou e desempenha na proteção dos interesses e na defesa dos territórios e das populações locais”, ou seja “a todos quantos combateram os fogos florestais, desde os bombeiros operacionais ao Comando Nacional da Proteção Civil”.
De referir que a CIBB abrange os Municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Rodão.

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