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José Brito, presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra foi reeleito, há três anos, por esmagadora maioria.
A população elegeu-o, diz, devido à forma como tem exercido o cargo político, olhando o humano e buscando sempre as melhores soluções para todos.

Espera que no final deste ano, aquando de novas eleições autárquicas, a população continue a confiar no seu trabalho, visto que será de novo candidato à câmara.
A luta contínua, dia a dia, e enquanto estiver no cargo promete tentar conseguir tudo o que a Pampilhosa tiver direito. Os constrangimentos da atualidade impedem mais realizações, no entanto a esperança é a última a morrer num concelho desertificado, tal como os restantes do interior, mas com uma alma jovem e que tenta incrementar novas ideias e atrair os da terra para ali investir.
A esperança para este ano é que o Quadro Comunitário Portugal 2020 chegue finalmente às autarquias, possibilitando a concretização de projetos que de outra forma não poderão ver a luz do dia.

Rádio Condestável (RC) – Presidente José Brito, como espera que seja este último ano de mandato?
José Brito (JB) – Espero que corra da melhor maneira para todos e que consigam atingir o sucesso que desejam. O mesmo quero para o meu Município e concelho. Estamos a iniciar um ano que vai ser de trabalho e de algumas concretizações, pois temos algumas coisas em mente. Esperamos que este Quadro Comunitário de Apoio (QCA) cumpra os seus objetivos, aproximando-se mais das pessoas e que os empresários do nosso concelho saibam aproveitar o que ele trás de bom, uma vez que ainda não se nota grande apetência para aproveitar o que ele oferece, talvez porque não esteja devidamente aberto ao que são as intenções dos empresários e também das autarquias. Acho que este quadro comunitário está virado de costas para as autarquias, mas o que é certo é que ainda há muitas coisas para fazer nos nossos concelho e espero que as verbas que nos estão destinadas sejam reforçadas.

RC – Assim sendo, qual é o maior constrangimento para as autarquias?
JB – É termos pouca acessibilidade aos montantes do quadro e os montantes que nos estão destinados são muito reduzidos. É evidente que este QCA está muito virado para a criação de postos de trabalho, o que é fundamental, e para a coesão. Acho que ele tem que estar devidamente adequando aos empresários, e devia ter alguma sensibilidade para aqueles que teimam em intervir no interior, pois são o garante dos postos de trabalho que temos. Se isso não acontecer, não conseguimos travar a questão da desertificação do interior, um problema de todo o país. Por um lado há um interior desertificado e um litoral sobrelotado e isso também não é qualidade de vida. Estamos a desperdiçar um território de excelência do interior e estamos a provocar uma má qualidade de vida no litoral.
Penso que, na sua revisão, este QCA vai melhorar ou acabar com estes constrangimentos. Diz-se que está virado também para a coesão, mas o certo é que vemos negociar a regeneração urbana em que há um PEDU para as cidades e um PARU para as vilas e as importâncias que lhe estão destinadas são totalmente diferentes e de forma incompreensível. Em relação a uma cidade de interior o concelho da Pampilhosa recebe cerca de um décimo, ao ponto de esse dinheiro não chegar para fazer uma obra.

RC – Ainda muito há para fazer no concelho e em caso de renegociação há projetos prontos a serem candidatados?
JB – Temos muitas coisas em mente, assim houvesse dinheiro. Temos em concurso e numa fase adiantada a requalificação do Mercado Municipal e a construção de mais seis salas de aula na escola sede, sendo que quatro são para o primeiro ciclo e duas para o pré-escolar. Estas obras são comparticipadas mas 50% tem que ser financiado pelo Município. Espero que estas verbas, relativamente a estas obras, sejam reforçadas e que nos permitam atingir a comparticipação de 80 %. Além disso temos muitas mais como sendo a requalificação da Casa Dr. Afonso, um edifício importante para a sede de concelho, onde estão instaladas diversas associações. Temos necessidade de requalificar este edifício municipal, principalmente na cobertura e melhorar a sua eficiência energética e esta parte tem possibilidade de financiamento.
Temos também, na vila, que requalificar o Cabeçinho, um espaço nobre e vamos fazer um projeto que se ligue à nossa praia fluvial e ao mesmo tempo construir um polidesportivo ao ar livre. Na sede de concelho, e com projeto feito, vamos construir um parque de autocaravanas. Já adquirimos terreno e veremos se conseguimos financiamento pois a obra orça em cerca de 400 mil euros. Temos necessidade de investir mais ao nível de águas e saneamento, visto que ainda temos sedes de freguesia sem saneamento básico. Temos uma cobertura concelhia muito reduzida relativamente aos objetivos nacionais.

RC – E fora da sede de concelho?
JB - Temos em mente, há muitos anos, o projeto da requalificação da escola do Armadouro, transformando-a na Casa do Artista e dando-lhe o nome do nosso conterrâneo Tony Carreira. Adquirimos os terrenos envolventes e temos o projeto feito, o qual é muito atrativo. Temos algumas iniciativas que queremos levar por diante ou seja, a apetência que o concelho tem ligado à astronomia. Já temos alguns equipamentos instalados e estamos a pensar instalar outros. Estamos a pensar avançar como projeto Dark Sky e que vai ser implementado conjuntamente com a Universidade de Aveiro. Temos urgência em requalificar o nosso Centro de Meios Aéreos e a pista. Pelo menos dar-lhe a possibilidade de ser utilizada no combate a incêndios e por isso precisa de ser alargada. Temos ainda em mente requalificar diversos miradouros nomeadamente o de Santa Luzia e continuar a apostar muito no turismo e na promoção do nosso concelho e nas coisas boas que temos através da participação, em força, em feiras, com algo diferenciador e atrativo. O retorno tem sido muito bom.
Para além disto há uma atenção grande às freguesias com variadíssimas obras mas ainda há muita coisa que é necessário fazer e acompanhar. Temos uma obra em mente que é a ligação da estrada de Fajão à Estrada de Casal da Lapa. É uma obra que custa muito dinheiro. Agora dizem que não há dinheiro para estradas ou pontes, pensando que tudo está feito e que temos estrada demais. Por ventura temos, mas também temos de menos em alguns locais e era essa sensibilização que era necessário fazer-se. Esta obra custa cerca de 4 milhões de euros. Veremos se conseguimos pelo menos fazer algo por administração direta até à ponte e depois com financiamento.

RC – Isto tudo para apostar no turismo?
JB – Exatamente. A Barragem de Santa Luzia, para mim é a mais bonita do país. Toda aquela zona do Casal da Lapa é a joia da coroa do concelho e por isso há que apostar em tirar partido dessa realidade e esta estrada também pretende, por um lado ser uma ligação grande entre as nossas Aldeias de Xisto, Janeiro de Baixo e Fajão, e por outro permitir uma ligação mais rápida entre Pampilhosa e Coimbra ou Fundão e Coimbra.

RC – Pampilhosa da Serra continua a lutar por estradas nomeadamente a ligação ao IC8?
JB – Eu não vou atrair a toalha ao chão. Os pampilhosenses cumprem as suas obrigações e têm direitos. É altura de o Governo chegar à conclusão que é necessário melhorar a nossa acessibilidade. Não peço autoestradas, peço a melhoria da nossa EN 344 que nos liga a Pedrógão. Se assim fosse estaríamos ligados ao IC8 e à A13 e assim também a Coimbra e a Lisboa. Penso que não é uma obra impossível. De acordo com um estudo prévio, os custos rondam os 7 a 8 milhões de euros. Penso que esse montante, para as Infraestruturas de Portugal não é tão elevado assim. Pretendemos cortar curvas e alargar a estrada que existe e espero que, mais cedo ou mais tarde, isso vai acontecer. Tendo em conta várias promessas que nunca se concretizam, penso que vai chegar um governante que poderá concretizar esta obra e por isso ser reconhecido por todos. Isso seria o sinal de que os políticos decidem em função do que as pessoas precisam e não tanto em função do número de pessoas que vão atingir com essa obra.

RC – Acredita no trabalho da Missão de Missão para a Valorização do Interior?
JB – Acredito. Estive na apresentação do trabalho que já está feito. Seguidamente virão as propostas para que algumas questões sejam resolvidas. Também já disse muitas vezes que ninguém está à espera que esta unidade resolva todas as questões do interior mas se resolver algumas, já foi bom criá-la. Tendo em conta as pessoas que estão à frente deste organismo, que tão bem conhecem esta região, de certeza que não vão ser insensíveis aos problemas de Pampilhosa.

RC – Ainda no turismo. Tem sido a câmara a fazer apostas. Não será chegado o momento de os empresários também fazerem alguma coisa?
JB – Penso que sim, mas não é fácil motivar os empresários e por vezes é necessário que o Município avance com obras e depois que as faça andar com os empresários. Alguns investimentos que temos feito têm valido a pena mas se não tivessem sido iniciados pelo Município, por ventura não aconteciam. Eu percebo os empresários da nossa região. Por vezes, e tendo em conta a questão das acessibilidades, fazem o dobro do esforço para atingir os objetivos que outros conseguem atingir mais facilmente estando junto das grandes vias. Por isso tenho dito que eles deveriam ser devidamente compensados, nomeadamente em relação aos impostos e não é com reduções de 15 ou 20%, era sim com medidas ousadas. Era preciso muita coragem para conseguirmos salvar o interior, por exemplo com isenção total de impostos, pelo menos até as empresas se consolidarem. Assim o Governo e o país acabariam por ganhar com isso, conseguíamos mais investimento no interior e talvez provocar nos nossos empresários uma maior atratividade e dinâmica no aproveitamento do que temos de bom, como a paisagem, a qualidade dos nossa águas ou o ar que respiramos. Temos um bom turismo de natureza e apostámos num outro potencial que é o vento, o que nos tem ajudado um pouco, e são estas as grandes apostas do concelho. Tudo isto provoca uma excelente qualidade de vida neste concelho e região.

RC – Nos tempos atuais querer trazer para cá grandes empresas já não é objetivo?
JB – Sim, até porque elas, tendencialmente, não aceitam vir para estes locais e também existe um problema que no nosso caso poderia ser muito grande. Desde logo, atendendo à nossa população, ou conseguíamos atrair muitos jovens para este território ou teríamos uma grande dificuldade em conseguir mão-de-obra para responder a determinadas infraestruturas. Por outro lado, se não corresse bem, era gravíssimo. O que não quer dizer que não tentemos atrair empresas de média dimensão, fazemo-lo, mas não tem sido fácil. Acho que é importante, cada vez mais, apoiar aqueles que já cá estão e continuar a atrair outros.

RC – Que ofertas têm para a instalação de empresas?
JB – Temos ofertas muito boas nas nossas mini zonas industriais. Temos pavilhões à disposição, cedidos a uma renda simbólica e que diminui consoante o aumento de postos de trabalho. Temos também terrenos que cedemos a preço simbólico, porque não podemos oferecer. É uma forma de tentarmos atrair investidores para o nosso concelho.

RC – Tem sido uma grande luta atrair pessoas para este território. Tem feito de tudo para criar condições para que os jovens se fixem ou tentem revitalizar as aldeias dos seus familiares!
JB – Isso é verdade e tem-se verificado a vinda de muitos casais jovens, de Lisboa para a Pampilhosa. Quando tivemos problemas económicos no país, que fizeram com que alguns casais perdessem o seu emprego e alguns repensaram a sua vida. A maior parte tinha cá casa e muitos regressaram ao concelho, facto que muito nos alegrou. Como é evidente, dentro das nossas possibilidades tentámos encaminhá-los através do nosso Gabinete de Inserção Profissional para arranjar solução para que as pessoas tivessem e tenham o seu sustento.
Esta forma de estar contraria um outro aspeto, ou seja, nas verbas que são transferidas para os Municípios tem-se em conta os números dos censos anteriores, fazendo-se a projeção ao longo dos anos seguintes de acordo com o que aconteceu nos dez anos anteriores e atingem-se números que nada têm a ver com a realidade concelhia. E esta projeção é assim utilizada na transferência de verbas para os Municípios o que também nos prejudica. Se chegarmos a 2021 a constatarmos que estamos melhores, ficarei satisfeito. Pelo menos temos tentado e tentado acima de tudo encontra forma de que os nossos jovens se fixem. Não conseguimos atingir os objetivos que queríamos mas temos minimizado, em muito, este aspeto, que é tremendo para o interior.

RC – Por parte das juntas de freguesia, tem sentido nelas um braço armado pronto para combater todos os problemas ligados à desertificação.
LB – Sim. Nós temos uma ligação muito estreita com as juntas de freguesias e tem que ser assim. O Município tem que estar sempre em articulação com as freguesias. O trabalho tem que ser em conjunto pois as freguesias estão mais perto das pessoas e conhece os seus problemas e eles próprios também têm encontrado muitas soluções para determinadas situações familiares e colaborado nas nossas iniciativas, como por exemplo no nosso último “Inspira Natal” e no “Festival da Filhó Espichada”, em que foram as freguesias que as confecionaram, com uma qualidade de excelência e a troco zero.

RC – Os meses de verão são de muita gente no concelho. As praias fluviais foram uma aposta arrojada mas hoje em dia são o grande motor do turismo  da economia do concelho durante os três meses de verão?
JB – Sim, sem dúvida. As nossas praias fluviais foram a grande alavanca do turismo no nosso concelho e os percursos pedestres também. Já temos sete homologados. Nas praias fluviais temos uma excelente qualidade de água o que nos permite ter quatro praias de excelência. Estão classificadas e não podemos ter mais pois podemos depois não ter excelência em todas elas. Só é possível ter as bandeiras azuis todos os anos numa dimensão como a atual. Temos as praias espalhadas pelo concelho, ou seja, Pessegueiro, Pampilhosa, Santa Luzia e Janeiro de Baixo, mas temos outras muito boas em outras localidades. Este reconhecimento tem feito com que a Pampilhosa seja conhecida. Por exemplo a praia da sede de concelho, há dois anos que é galardoada como a praia mais acessível do país e compete com as do litoral. Isso deve-se a toda a infraestrutura que tem à sua volta e a possibilidade que dá a todas as pessoas com dificuldade de mobilidade em aceder a ela. Tem sido uma aposta forte e ganha.

RC – Pampilhosa da Serra tem dois investimentos, um fixo que é o Hotel e outro móvel que é o Seaside Sunset Sessions. Infraestrutura e evento dinamizados por dois empresários da terra mas que habitualmente não estão cá.
JB – Pampilhosa tem muitas pessoas que tiveram que sair, à procura de melhores dias e de uma vida melhor e temos pessoas distintas em várias áreas e uma é a empresarial. O que tenho feito é sensibilizá-los a olharem para a terra que lhes deu origem e têm concretizado algumas excelentes iniciativas e esses dois que disse são exemplo.
No caso do Hotel, o Rui Olivença dizia que estava a fazer aquela obra mais com o coração do que com a razão. Veio virar bastante a sede de concelho e todo o concelho. Não valia a pena investir no turismo como fazemos se não conseguíssemos tirar partido disso e tal depende da restauração e do alojamento. Já temos em menor dimensão mas o Hotel veio dar-nos essa resposta e também nos tem permitido trazer determinados eventos que não conseguíamos trazer caso o hotel não existisse.
No Seaside, o Acácio Teixeira também acedeu ao nosso repto e depois de uma reunião em que lhe apresentámos o nosso projeto ele só disse “conta comigo, podes avançar” e tem mantido a iniciativa. Estamos-lhe muito gratos. Também estamos a outros. Na área da justiça foi criada uma associação de juristas e isso deve-se a grandes juristas pampilhosenses, como por exemplo o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Henriques Gaspar. São pessoas que precisamos para nos ajudar a concretizar os objetivos que temos. Em Lisboa temos cerca de 30 mil descendentes.

RC – Com as atividades que realizam conseguem atrair só os que estão fora, ou outros mais?
JB – Nós temos povoações com 15 ou 20 pessoas que no verão ficam com 200. Isso verifica-se nos convívios. Todas essas aldeias têm comissões de melhoramento ativas e têm a sua sede na Casa do Concelho em Lisboa que tem também uma grande dinâmica com um rancho e um jornal em atividade. São cerca de 80 coletividades com sede na Casa do Concelho em Lisboa e todas se interessaram muito, no início da sua existência, pela construção de infraestruturas nas suas aldeias e por isso são responsáveis pela construção de casas de convívio, arruamentos ou fontanários. Essa relação próxima para com o concelho faz com que nós procuremos cada vez mais atraí-los à sua terra, e vêm, não só nos meses de julho e de agosto mas também aos fins-de-semana e dão aqui uma grande dinâmica à restauração, minimercados e outros estabelecimentos.

RC – Uma aposta deste Município foi, desde cedo, a criação, nas juntas de freguesia de Pontos Mais, gabinetes onde as pessoas pudessem tratar de determinados assuntos sem terem que se deslocar à sede de concelho!
JB – É uma resposta de proximidade que evita muitas deslocações das pessoas à sede de concelho. Esta resposta tem muitos anos e é anterior aos Espaços do Cidadão que agora estão a ser implementados. A medida visou, por um lado responder às pessoas e evitar as deslocações e por outro lado foi uma forma de criar mais dez postos de trabalho para jovens. Nesse espaço as pessoas têm a possibilidade de resolver a maior parte dos assuntos relativos à câmara e a outras instituições. Dissemos aos funcionários que tinham que resolver todos os problemas das pessoas e se não soubessem teriam que aprender. A resposta tem sido excelente. Para além desses Pontos Mais conseguimos trazer para a freguesia mais afastada da sede de concelho, Dornelas do Zêzere, um Espaço do Cidadão que dá respostas ainda maiores e que chega a evitar deslocações a Coimbra, como por exemplo na renovação de Cartas de Condução.

RC – Vai continuar a servir esta população, ou seja, vai-se recandidatar?
JB – Não é altura de apresentar a minha candidatura, farei isso na devida altura porque depois as nossas presenças são vistas de outra forma nos sítios onde vamos. Apresentarei a minha candidatura mais lá para a frente mas sim, vou ser candidato e sê-lo-ei com muita humildade. Farei uma campanha como se fosse a primeira vez. Veremos se os pampilhosenses me elegem, eu gostava que sim. Será o meu último mandato e também será tempo de dar lugar a outro. Espero que os pampilhosenses confiem em mim e no meu trabalho. Todos sabem que gosto muito do que faço nesta função que exige muito de todos nós, muita dedicação e empenho e uma equipa muito colaborante e isso eu tenho. Exige que gostemos do que fazemos e tenhamos sensibilidade para as pessoas. Acho que isso tem sido sentido pois temos tido uma atuação muito humanizada e virada para as pessoas. As nossas iniciativas demonstram que o nosso dinamismo é virado para as pessoas e isso nota-se nos diversos projetos que temos nas freguesias com atenção muito forte para os jovens e menos jovens para que tenham a vida ocupada e com dinamismo, que se sintam bem. Para tal temos um Gabinete de Ação Social muito ativo com técnicos que conhecem todos os problemas do nosso concelho. Depois temos uma atenção grande para com os jovens, para que eles consigam subir cada degrau com mais facilidade e apoiamos os pais, com a oferta de livros para todos os alunos, desde o 1º a 12º ano. Também temos as ajudas ao nascimento. Tentamos acompanhar todas as questões e problemas familiares do concelho, para que as pessoas se sintam bem aqui.

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